A DESEJADA


CRISTOPHER S. CHAVES – 11/03/2010

 

 

 

 

 

 

 

 

Quantas vezes na angústia

Que sem dó me tortura e sufoca

O sofrimento invoca

O teu suave nome

Quão ansioso a espero

Sinto sua presença

Como um vento que sopra em meu rosto

Não pense que tu me apavoras

Sei que me espreita e a anseio

Quero sentir o teu cheiro com uma suave brisa

Quero estar de olhos fechados e senti-la me possuir

Quero entregar-te meu coração vazio

E que para os olhos alheios

Tu venhas assim tão de repente

Que não se chame Maria

Que não se chame Meire

Que não se chame Mirian

Que se chame  Morte.

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