Abismos.


 “Depois de admirar os abismos e acreditar que existia beleza no fundo, no escuro da confusão de alguém, no trabalho de tentar todos os dias decorar os caminhos e acertar as setas, descobri que o desconhecido me atrai. 

Não demorou muito para eu cair também.
Quanto mais me entregavam a dúvida mais eu admirava a beleza, o vão do que é incerto era a coroa de flores que me tornava diferente.
Era como enfeitar com preciosidades infinitas um calabouço e convidar para o chá das 5h todas as esperanças.
Elas partiam
sempre”

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